
ela dissipa
suaviza
e esvai-se ao Sol carregada pela brisa leve do vento!
é outono na estação.
na despedida, todos acenam e sonham...
a poesia parte!
carrega seus versos insones
e debruça-se aos braços do acaso.
mas a cada primavera a poesia retorna!
traz em seus braços cálidos o amor saudado
(Presente de Deus!)
e nos seus olhos fitos,
pássaros vermelhos,
abrindo janelas,
recebem aqueles que passam por ela.
Sávia Gabi (15/6/2009 – 11:01) todos os direitos reservados!
Foto: o autorretrato IV
Entrelinhas: RM não será tão longa! 6 de julho é meu aniversário!!!!
Saudações, bem-quereres! Estive ausente por um tempo razoável, cuidando da minha saúde! Física e espiritual! ahaha (Finalmente estou respirando o Universo!!!) Estou bem, com saudades de vocês!!!! Espero que este tempo de ausência não tenha sido suficiente para o esquecimento... Mesmo ausente, mesmo distante, carrego comigo o amor que conquistei aqui... Um beijo bem grande no coração! E voltemos à poesia!!!!
15 comentários:
Voltemos, sempre, à poesia...
Beijos
oi, Sávia, tempão!
bonito esse poema, gostei!!
tem imagens muito bonitas: 'versos insones' e encontros sonoros interessantes como 'debruça/braço'.
bj,
.m.
Ei Sávia,
passei aqui mais cedo e li esses versos bem compostos, bem cuidados e com informal rigor, como é de seu estilo, que todos gostamos.
Fico muito feliz com sua volta e seu restabelecimento. E feliz aniversário, com direito a todos os perfumes...
Bom dia, bem-quereres!!! Que bom voltar e vê-los aqui, com o carinho de sempre...
Eliana!! Que assim seja!!!
Mauro!!! Tempão, né? hehehe Mas não suficiente para o esquecimento... hummmm Você continua o revisor querido de sempre!!! Ah! E que bom que gostou!! Confesso que esta sonoridada não foi nada intensional, neste aí eu realmente fui bem leve! Acho que nesta linha, falamos a mesma língua...
RM!!! Obrigada pelo perfume das flores! Você é o "cafa" mais gentil que conheço... Também fico muito feliz pela sua presença aqui!!! “Informal rigor”, acho que é mesmo por aí que nascem meus versos...
Um beijo, meus queridos!!!! Muito obrigada pela visita!!!!
sim. a linguagem da poesia.
podemos fazer poesia sobre amor encontrado ou perdido, mas perder ou encontrar amor não são necessariamente poesia.
quando você escreve 'é outono na estação' é muito diferente de 'é estação de outono'.
aquele 'na' meio bobinho ali no meio dá um sentido e um sabor novos na frase. Estação do ano ou estação lugar? Você não diz, não entrega o ouro e não precisa, assim que lê fica meio suspenso.
daí me ocorre que talvez aquele (presente de Deus!) esteja muito categórico, ou pode ser simplesmente porque fere ouvidos ateus como os meus... enfim.
bj,
.m.
Capitu,
Não entendo nada de poesia. Entendo de olhares, de gestos, de trejeitos, de pausas, de cadências, de intuição.
Acho, na sua expressão, que você está triste.
Beijos.
Olá, mocinhos! Saudades....
Então, Mauro! Concordo com você quanto “à estação”...O óbvio, às vezes, é muito duro! O subentendido é mais poético... Além disso, acredito que poesia é para ser sentida! Não explicada...
Assim, seguindo a ordem do que sinto, meu coração não ateu, sente o amor que recebe do Universo como uma dádiva Divina, que dá! Mas que não pede receber em troca... É este amor que me mantém viva! E que posso sentir quando algo maior me faz respirar todos os dia... (Quando minha impotência nem mesmo sabe como surgi!) Assim, a minha intenção foi deixar esta expressão, “Presente de Deus” bem categórica mesmo! (Daí, a única com iniciais maiúsculas...)
Mr. Almost! Senti sua falta... Realmente quando fiz este autorretrato eu não estava triste... Mas talvez esta seja a minha expressão natural! Uma tristeza genuína que me acompanha... Minhas fotos sérias, desde criança, retrata este olhar... (Mas meu sorriso é bem aberto! :D) E poesia, moço, ninguém entende! Sente!!
Um beijo, bem-queres! Bom final de semana!!!
Gabi!!!
eu aqui procurando minha poesia, buscando explicações
e justificativas...
e vc aí, refeita na vida!!
bom, querida, reencontrá-la em versos e frases, melhor,
em vida refeita de amor!
Um abraço apertado!!
Capitu...
Obrigado pela sua visita, que foi, naturalmente, muito apreciada.
Retornando à poesia, você tem razão: eu não entendo, sinto. Verdade!
Beijos!
Que bom tê-la de volta! Volta a rigor: belo poema!
Flor!!!
Que maravilha!
=D
Saudade!!!!!
Já estava com saudades!!!!!
Adorei o novo layout, Sávia!!!!
As flores precisam cair pra uma nova florada!
Olá, bem quereres! É sempre bom revê-los aqui...
Tê! Um abraço bem apertado!!! Não sei se refeita na vida, mas refeita de amor sempre! Talvez nem tão certa das coisas, mas com certeza com mais vontade... Então, melhor que ficar a procura é tomar a sua poesia com efeito! Ela está aí, moça, bem aí...
Mr. Almost! Beijos triplos ao Priorado! E verdade ao seus “sentires”...
Nick! Que bom tê-la aqui, comigo!!!
Calila!!! Jardim lindo!!! Saudade também...
É, Nathy, às vezes precisamos mesmo redecorar nosso canto! Novas flores, novas vidas... Obrigada!!!!
Um beijo, meus queridos! E obrigada sempre!!!!
Poesia que faz de nós livre no pensar, livre no escrever...
Tomou doril?
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